domingo, 25 de março de 2012

UFRGS reafirma parceria para formação continuada de professores.

Na manhã desta quarta-feira, 21 de março, Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, uma reunião na Reitoria reafirmou o compromisso da UFRGS no Programa Antirracista no Cotidiano Escolar e Acadêmico, que promove a formação continuada de professores e profissionais de educação da rede pública em temas ligados à cultura e história afrodescendentes e indígenas, no combate ao preconceito e discriminação no ambiente escolar.

Criado em 2004, o Programa Antirracista no Cotidiano Escolar e Acadêmico desenvolve ações na construção de práticas antirracistas e antidiscriminatórias no cotidiano das instituições de educação básicas e na Universidade. O objetivo é fazer cumprir as Leis 10.639 (2003) e 11.645 ( 2008), que determinam a inclusão de conteúdos afrodescendestes e indígenas nos currículos da escola básica. O programa é coordenado pelo Departamento de Educação e Desenvolvimento Social ( Deds/Prorext), que atua em parceria com as redes estadual e municipais de ensino.

O reitor Carlos Alexandre Netto e o vice Rui Vicente Oppermann participaram da reunião que contou com a presença de representantes da 1ª e 28ª Coordenadorias Regionais de Educação e secretários municipais de educação de Alvorada, Esteio, Gramado, Sapucaia do Sul, Cachoeirinha, Porto Alegre, São Leopoldo e Novo Hamburgo.

Também presente ao encontro, Rita de Cássia Camisolão, diretora do Departamento de Educação e Desenvolvimento Social (Deds), falou das metas do programa para 2012. "Estão previstas mais de 60 horas de formação continuada de professores com foco em esclarecimentos sobre legislação, realização de debates, rodas de conversas, Ciclo de Cinema e Pensamento Africano – 2ª edição, educação indígena e participação em exposições", explicou.

O vice-reitor Rui Oppermann destacou que “a Universidade está cumprindo seu papel de colaborar com a sociedade na construção plena de cidadania, com oportunidades igualitárias para todos e fim do preconceito e discriminação”.

O reitor Carlos Alexandre disse que “capacitar professores significa estender o conhecimento além dos muros da academia, fazendo chegar aos estudantes da rede pública novos saberes e formas de ver o mundo”.

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