quarta-feira, 12 de outubro de 2011

EXPOSIÇÃO: RONDON- A Construção do Brasil e a Causa Indígena.

Desde o dia 10 de outubro, a SMED Alvorada esta sediando a Exposição: Rondon: a Construção do Brasil e a causa Indígena. A mesma ficará aberta a visitação ao público em geral, até o próximo dia 18 de outubro, sendo composta de 16 banners e oito suportes autoportantes. Do dia 19 a 23 de outubro a mesma estará na 12ª Feira do Livro de Alvorada- Leitura Sem Fronteiras.

Esta faz parte do Projeto memória 2009, recordando personagens da nossa história, é o resultado da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Sociedade de Amigos do Museu do Índio (SAMI). Destacamos que a parceria com a Fundação Banco do Brasil, esta no 2º ano consecutivo, pois em 2010, recebemos e organizamos a exposição João Cândido.

Segundo o Sr. Omar Damé Prestes, gerente geral da Agência BB Alvorada, curador local da exposição, ações como esta, resgatam a função social da Fundação Banco do Brasil no sentido de abranger as relações da cultura, os valores simbólicos de um povo plural, constituindo mecanismos de conhecimento e formação para a comunidade de Alvorada.A Exposição tem como objetivo de mostrar à sociedade personagens da História do País, bem como os reflexos culturais e sociais deste acontecimento no nosso cotidiano levando cultura e conhecimento às escolas Públicas, aos professores, aos alunos e ao público em geral.O homenageado desta vez é o Marechal Rondon (Cândido Mariano da Silva Rondon, 1865-1958), um grande defensor dos indígenas Brasileiros, desbravador de terras distantes e desconhecidas, um “descobridor” do Brasil.Pacifista, adotou em relação aos indígenas o lema “Morrer se preciso for; matar, nunca!”. Gerou uma nova relação entre o Estado e as Populações Indígenas e foi o responsável pela instituição do Dia do Índio.

Seu trabalho, contudo, foi muito mais além, percorrendo mais de 50 mil km em território nacional, incluindo nos mapas rios ainda não identificados.

Apoiou a implementação do museu do índio no RJ, criou o Serviço de Proteção aos índios, depois transformado em FUNAI. À frente da implantação das linhas telegráficas, desbravou o país.

Como fruto de seu tempo, deve ser entendido em um contexto histórico, onde teve como princípio norteador o Positivismo.



O Rondon revelado nos fatos ainda permite leituras com interpretações diversas e até conflitantes.

No exercício de estratégias pontuais localizadas nesse tempo, interagem modelos de progresso, civilização e desenvolvimento. Os valores se alternam e alteram em polêmicas que persistem até os dias de hoje, pois não há um modelo único, nem infalível, de construção da identidade nacional.



A exposição contou com a presença de autoridades, estudiosos do assunto, comunidade em geral, membros da assessoria pedagógica e do Espaço da Diversidade, equipes diretivas e demais setores da SMED. No seu primeiro dia, já contou com a visitação por parte de mais de 70 pessoas, entre educadores e alunos da rede municipal de ensino.

O Espaço da Diversidade de Alvorada, organizador do evento, destacou a importância de investimentos na formação e atualização permanente aos profissionais da educação, de todas as áreas do conhecimento e comunidade em geral, onde ações como esta são substanciais como suporte para manutenção de nossa memória Histórica.





Texto e Fotos: Prof. Bruno Zarzana Lopes. Espaço da Diversidade.
Postagem: Simone M Custodio

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